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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

4 Lições

Amigas e amigos, recebi esse e-mail e não resisti, tenho que repassar para vocês


Lição número um:
Um urubu esta pousado numa arvore sem fazer nada o dia todo.Um coelhinho viu o urubu e perguntou:* Posso sentar como você, e ficar fazendo nada o dia todo?* Urubu respondeu:* Claro, por que não?Assim, o coelhinho sentou-se embaixo da arvore e içou descansando.Subitamente, apareceu uma raposa que saltou sobre o coelho e o comeu. 

Moral da historia:
Para ficar sentado sem fazer nada, você precisa estar sentado muito alto.


Lição número dois:
O peru estava batendo papo com o touro.* Eu adoraria ser capaz de chegar ao topo daquela arvore - suspirou o peru - mas não tenho força.* Ora, por que você não come um pouco do meu esterco? - replicou o touro, explicando:* Ele tem muitos nutrientes.O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho da árvore.No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente, depois de duas semanas, comendo esterco do boi, do búfalo, das zebras etc., ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da arvore.Imediatamente, foi visto por um fazendeiro que atirou nele.

Moral da historia:
Qualquer bosta pode levar você ao topo, mas não o manterá lá.


Lição número três:
Era uma vez um pardal cansado da vida.Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.Voou ate chegar numa região extremamente fria e foi gelando, gelando ate não poder mais voar e caiu na neve.Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajuda-lo e cagou em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o pardal começou a cantar.Um gato ouviu o seu canto e foi ate lá, retirou-o da merda e o comeu.
Moral da historia:

1) Nem sempre aquele que caga em cima de você e seu inimigo;
2) Nem sempre aquele que tira você da merda e seu amigo;
3) Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado.



Lição número quatro:

Um estagiário estava saindo do escritório quando ele viu o presidente da empresa com um documento na mão em frente a máquina de 'picotar' papéis.

'Por favor', diz o presidente, 'isto é muito importante pra mim, e minha secretária já saiu. Você sabe como funciona esta máquina?'
'Lógico', responde o estagiário! Imediatamente tira o papel das mãos do presidente, liga a máquina, enfia o documento e aperta um botão.'Excelente meu rapaz!!! Muito obrigado... Eu preciso de 02 cópias. Onde sai?'
Moral da historia:
Executar não é tudo! Pense, pergunte, analise e se você ver o 

presidente da empresa, saia de fininho, porque vai dar merda

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

As Duas Pulgas (by Max Gehringer)

Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí
nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a
voar e entraram num programa de treinamento de vôo e saíram voando. Passado
algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do
cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada
dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo
rapidamente.
Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do
chega-suga-voa.


Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar
muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos
alimentando direito.


Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela
rapidez.
E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho
do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a
aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram
espantadas antes mesmo de pousar.


Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas
adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar
mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai
nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda
da pata do cachorro. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:
- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de
treinamento, em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas.
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para
a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse
a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o
cachorro e então ela me disse:


"Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata
dele não alcança."


Moral da história:
Você não deve focar no problema e sim na solução.
Para ser mais eficiente é
necessário estudar, analisar e não falar.
Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento,
execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Você gosta de Você?

Você gosta de você? Se não gosta, é possível aprender a gostar. Você pode aprender agora mesmo a ser gentil, amável e carinhoso com você mesmo. Se estiver acostumado a ser muito crítico e duro consigo mesmo, aprender a ser gentil com você mesmo pode exigir um esforço concentrado. Mas vale a pena!
Quando uma pessoa não gosta de si mesma, ela pode ficar vivendo com sentimentos negativos que podem ter sido originados quando era criança e que surgiram por que podem ter havido maus tratos. Daí você aprende a se maltratar também e fica fazendo isso muitos anos depois na sua vida!
Vamos parar com isto, claro, se isto existe em você. Você pode começar a dar tratamento carinhoso e respeitoso a si mesmo.
Em vez de se criticar, diga que fez o melhor que pode neste momento de sua vida, de seu dia. Você não tentou fazer o seu melhor? Então, para que se criticar?
Você pode despertar de manhã e dizer a si mesmo que merece um dia bom. Pode decidir cuidar bem de si durante o dia. Pode reconhecer que merece amor. Pode fazer alguma coisa carinhosa para você mesmo. Pode amar as outras pessoas e deixar que elas amem você.
Quando alguém lhe fizer um elogio, ao invés de dizer ou pensar ”Ah! Isso qualquer um faz!”, pare com este pensamento depreciador de si mesmo e diga: ”Muito obrigado!”. Dê os parabéns a você mesmo, aí no seu coração!
As pessoas que real mente amam a si mesmas não se tornam destrutivamente centralizadoras. Não abusam de outras. As pessoas que se amam bem aprendem amar os outros bem, também. Elas continuamente se transformam em pessoas mais saudáveis.
Ame a si mesmo hoje!
Fonte: Cézar Vasconcellos de Souza – psiquiatra / http://www.fazbem.com/voce-gosta/

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Depilar A Virília, Sim ou Não?


— Tenta sim. Vai ficar lindo.
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
— Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
— Vai depilar o quê?
— Virilha.
— Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
— Cavada mesmo.
— Amanhã, às... Deixa eu ver... 13h?
— Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
— Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
— Quer bem cavada?
— é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
— Os pelos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda .
— Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
— Pode abrir as pernas.
— Assim?
— Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
— Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
— Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
— Quer que tire dos lábios?
— Não, eu quero só virilha, bigode não.
— Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que ideia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
— Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
— Olha, tá ficando linda essa depilação.
— Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
— Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
— Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
— Vamos ficar de lado agora?
— Hein?
— Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
— Segura sua bunda aqui?
— Hein?
— Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
— Tudo bem, Pê?
— Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
— Vira agora do outro lado.
Porra... por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
— Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
— Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
— Máquina de quê?!
— Pra deixar ela com o pelo baixinho, que nem campo de futebol.
— Dói?
— Dói nada.
— Tá, passa essa merda...
— Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
— Prontinha. Posso passar um talco?
— Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
— Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar... namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

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Eu sempre tive curiosidade de como seria depilar a bendita com cera, mas sempre fiquei em dúvida se doía ou não... Depois de ler este texto tirado do blog Os Vigaristas e do Prih Makeup eu desisti! rsrs Não resisti e postei pra vocês! rsrsr
Tirem suas próprias conclusões meninas, vale a pena ou não? rsrsrs Vocês decidem! rsrs

sexta-feira, 18 de março de 2011

Como Você Vive?

Esta semana descobri uma música incrível, talvez muitos de vocês já a conheça, ela é do Point of Grace, e simplesmente me apaixonei, pela melodia, harmonia e pela letra dela, é muito linda!
Quero dedicar ela ao meu único, grande e verdadeiro amor, Alan Maciel.

Como Você Vive (How You Live)


Acorde à luz do sol com suas janelas abertas
Não acumule sua raiva, e não deixe de falar as coisas
Use seu vestido vermelho, use sua melhor louça
faça bagunça e faça muitos desejos
e tenha o que você queira, mas queira o que você tem
e não desperdice sua vida olhando para trás


Aumente a música
aumente até o máximo
corra alguns riscos
solte tudo pra fora
pois você não vai se arrepender
olhando de onde você esteve
porque não é quem você conheceu
e não é o que você fez
é como você vive


Então vá aos jogos de bola e vá ao balé
vá ver seus parentes mais do que no final do ano
beije seus filhos, dance com sua mulher
diga ao seu marido que o ama todas as noites
não fuja da verdade, pois você não pode escapar
apenas a enfrente e você vai ficar bem


Aumente a música
aumente até o máximo
corra alguns riscos
solte tudo pra fora
pois você não vai se arrepender
olhando de onde você esteve
porque não é quem você conheceu
e não é o que você fez
é como você vive


Onde quer que você esteja, onde quer que já esteve
agora é a hora de começar


Então dê aos necessitados e ore pelos que sofrem
mesmo quando você não acha que pode
porque tudo o que você faz vai voltar até você
então pense no seu próximo
esteja em paz com Deus, esteja em paz consigo mesmo
porque no final, não há mais ninguém


Aumente a música
aumente até o máximo
corra alguns riscos
solte tudo pra fora
pois você não vai se arrepender
olhando de onde você esteve
porque não é quem você conheceu e não é o que você fez
É como você vive


segunda-feira, 14 de março de 2011

Um pouquinho de Sheakspeare

"De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,

Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;

É astro que norteia a vela errante,

Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;

Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.

Se isso é falso, e que é falso alguém provou,

Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou".

E, Por Sermos... Amores...Amados...Amantes...Amigos...
Tudo Dito, É Verdadeiro E Por Sê-Lo, Devemos Seguir,
Como Mandamentos, Imperioso À felicidade...!!!!!
Beijos...!!! Abraços...!!! Um Cheiro...HHHUUUMMM...!!!!
William Shakespeare

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Duas Maneiras de Magoar

Por esses dias magoei a pessoa que mais amo nesse mundo... E procurando algo na internet achei esse texto:
"A mágoa é parecida com o ressentimento. Pertencem à mesma família. Ficamos magoados com as pessoas quando somos rejeitados ou simplesmente colocados em plano secundário. Dificilmente ficamos magoados pela desconsideração de pessoas estranhas. São os íntimos que mais nos magoam, quando lhes falta a ternura e a paciência que esperamos. Às vezes nem se dão conta de que nos magoaram. Não percebem. Passado o episódio que nos deixou entristecidos voltam a nos tratar da forma como sempre o fizeram. Não sentiram a extensão do nosso incômodo. Quase sempre de nada adianta -- se oportunidade houver – expor o nosso desapontamento e, mais que isso, a nossa dor. Não conseguem, mesmo em nome da intimidade da convivência, identificar a resultante da atitude que nos deixou abatidos.

O fato é que a mágoa permanece, não raras vezes, por um bom (ou mau) tempo. E é o mesmo tempo que, na sua bondade, se encarrega de esmaecê-la até quase ao desaparecimento. Com um pouco de boa vontade, chega mesmo a não mais existir. Aí estamos prontos a sorrir de novo, descontrair o cenho inconscientemente tenso, como que não querendo expulsar da mente o que nos magoou para não ferir o outro por quem temos tanto apreço.

A mágoa faz adoecer porque inibe o fluxo dos hormônios da vida. Não podemos viver bem sem os nutrientes do respeito, da paciência, da ternura. Enfim, dos cuidados que os nossos momentos peculiares de desenvolvimento exigem. Não podemos esquecer a importância desses “momentos de desenvolvimento”. A questão é que nem sempre os outros os percebem; e aí nos magoam. Raramente sabemos o porquê de tal comportamento.

Se não podemos evitar que os outros nos magoem, podemos, pelo menos, tentar reduzir ao mínimo seus efeitos ou, até mesmo, não nos deixar atingir pela persistência da dor que provocam. A mágoa danifica, corrói, desvitaliza.

Há, entretanto, outra forma de magoar as pessoas. Certamente haverá muitas outras. Não sei se esse conceito de magoar é universal. Francamente, não sei. Só sei que desde a meninice ouvia dos adultos que existe uma outra maneira de magoar os outros e a nós mesmos. É algo mais concreto e objetivo do que a mágoa que se assemelha ao ressentimento, embora, ao final, no seu sentido figurado, produzirá a mesma dor da alma.

Quem de nós não lembra de um ferimento que, descuidadamente, é atingido por um objeto ou, o que é pior, é atingido grosseiramente por alguém. Maior parece a dor do que o que sentimos ao nos ferir. É como se fosse dor sobre dor. É de nossa experiência o cuidado redobrado que tomamos para que ninguém, inadvertidamente, se aproxime, pois pode correr o risco de nos magoar. Até que tudo cicatrize e o tecido novamente se torne rijo e forte, andamos em estado de vigilância para não sermos magoados. Com razão.

Tudo isso nos leva a refletir sobre alguns aspectos das relações entre as pessoas, sobretudo no que se refere a formas mais íntimas de convivência. Há momentos em que as nossas fraquezas ficam expostas à “crítica construtiva” do outro. Infelizmente, muitas vezes, essa forma de alertar para a fragilidade ou mesmo para o erro, torna-se o caminho, não de uma pedagogia recuperadora, mas uma forma de magoar o ferimento que resiste à cicatrização tão esperada. Cada referência contundente ou, mesmo de maneira fortuita, é mágoa que fica pelo magoar a ferida que ainda não conseguimos curar.

Se aguçamos nossa sensibilidade, o outro aperfeiçoa a sua forma insensível de nos mostrar o erro, a ignorância ou a fraqueza que resulta do medo de romper com formas antigas de comportamento. É como se não devessem perder a mínima oportunidade de manter viva a lesão que um e outro gostariam de ver curada. São pessoas que, em nome do justo, do correto e do adequadamente pedagógico, não percebem que o outro se movimenta em círculos na tentativa de encontrar um caminho retilíneo. Magoar o mesmo ferimento repetidas vezes não faz parte de nenhum manual terapêutico eficaz.

Corrigir, produzindo no outro a dor de apenas ser confrontado com suas feridas, sem oferecer uma indicação de cura, é extravasar irritação travestida de rejeição.

Ensinar (ou ajudar), usando como instrumento pedagógico a rememoração reiterada das dificuldades, dos erros ou mesmo das limitações do outro, é muito mais acentuar dele a incapacidade do que auxiliá-lo na descoberta dos atributos que podem contribuir para a reconstrução da sua relação saudável com a vida.

Magoar a quem, sem o perceber, magoa a si mesmo, é estender o caminho da recuperação. Tratar os ferimentos com paciência, carinho e ternura é contribuir para a cura e ainda conquistar o doente. Ensinar usando o açoite verbal da reafirmação do erro do outro sem oferecer bondosa e humanamente a possibilidade de outra forma de comportamento é não se importar com a aprendizagem e a reconstrução, mas afirmar apenas um lado do processo pedagógico: apontar o problema é deixar reticências e interrogações sobre as alternativas de mudança."
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